De acordo com informações da Polícia Militar, a mulher estava vestindo o uniforme de trabalho quando foi assassinada. A irmã da vítima, Lenilza Ribeiro de Jesus, afirma que soube do crime por meio de um telefonema, avisando que Lenalva não havia comparecido ao trabalho nesta segunda-feira (10). "Ela trabalhava em um quiosque em Praia Grande. Nunca faltava ao trabalho", conta a irmã.
Após interrogar algumas testemunhas, a polícia suspeita que o padrasto, Jair Moreno Ribeiro, de 33 anos, teria discutido com o enteado e, após uma briga, o homem pegou uma faca para atacar o jovem. A mãe tentou separar a briga e também acabou sendo assassinada. A polícia acredita que as mortes possam ter ocorrido na parte da manhã, pois as marcas de sangue no local já estavam secas.
Lenilza acrescenta que o suspeito era usuário de drogas, e que sempre foi agressivo com a irmã e o enteado. "Ele e minha irmã se conhecem há mais de 10 anos, e ele sempre foi agressivo. Fazia ameaças à Lenalva, mas ela não acreditava, achava que ele ia mudar. Ele usava drogas e ficava transtornado, inventava que ela estava com outro", declara. A família das vítimas espera que o suspeito pague pelo crime. "Sabemos que é sempre a mesma coisa, mas queremos que ele pague pelo que fez. Queremos justiça", conclui.
O boletim de ocorrência foi registrado no Distrito Policial Sede de São Vicente, e o caso foi encaminhado para o 3° DP da cidade. O padrasto, suspeito pelo crime, foi preso em Guarujá e está na Delegacia Sede do município prestando depoimento.
Fonte: G1
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