Segundo informações do processo, em dezembro de 2004, a cabeleireira pagou por produtos adquiridos no supermercado. Na saída, foi abordada pelo caixa. Ele teria tomado a sacola da clientes, espalhado as mercadorias no balcão e chamado, aos gritos, a cabeleireira de “negra”. O funcionário ainda teria acusado a cliente de furto diante de várias pessoas.
M.L.G.S apresentou ao cliente da loja a nota fiscal das compras para atestar que tinha pago pelos itens. Por ser hipertensa, a cliente passou mal e apresentou, no dia seguinte, quadro de tontura e pressão alta. O estado de saúde a impediu, por orientação médica, de ir ao trabalho durante três dias.
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