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Manifestantes realizam Marcha da Maconha na Avenida Paulista

De acordo com a PM, cerca de 1 mil pessoas participam do evento.
Organizadores querem debate descriminalização da droga.              Com bateria e gritos de "eu sou maconheiro com muito orgulho e muito amor" e " ei policia vai tomar marguerita" marcha ocupa três faixas da paulista  (Foto: Pâmela Kometani/ G1)Com  bateria e gritos de 'eu sou maconheiro com muito orgulho e muito amor' e  " ei policia,  vai tomar marguerita', Marcha da Maconha ocupa três  faixas da Avenida Paulista  (Foto: Pâmela Kometani/ G1)A Polícia Militar deteve neste sábado (8) durante a Marcha da Maconha  um jovem suspeito de porte de entorpecente. A substância não foi  qualificada pelos policiais.
 O rapaz foi conduzido ao 78º Distrito Policial, dos Jardins. Houve  tumulto porque participantes da marcha tentaram impedir a ação. A PM  estima que 1 mil pessoas participam da manifestação. Segundo o Major  Élcio Góes,  150 homens realizaram o policiamento.
 A Marcha da Maconha começou no vão livre do Museu de Arte de São Paulo  (Masp), seguiu pela Paulista no sentido Consolação, desceu a Rua Augusta  e a Rua da Consolação e terminou na Praça da República, onde os  manifestantes foram recebidos com shows de música.

 Gabriela Moncau, uma das organizadoras da marcha, estima que o evento  atingiu 10 mil pessoas.  "Mesmo com o tumulto a avaliação é positiva.  Ela cumpriu o papel de chamar a atenção da população para esse debate",  afirmou.

 De acordo com Gabriela, houve truculência da polícia. "Não existe uma  explicação para se bater na pessoas." Sobre o jovem apreendido, ela  disse que ele estava fumando maconha e que os advogados na marcha iriam à  delegacia para cuidar do caso. "Orientamos as pessoas a não fumarem,  mas isso mostra como todos estão cansados dessa hipocrisia", afirmou.

 Durante a marcha, um grupo de pessoas fumava  maconha, soltava fogos e  gritava: "Olha, que vergonha, o busão está mais caro que a maconha."

 A programação do evento incluiu organização dos blocos de acordo com a  proposta de uso da maconha: religioso, medicinal ou psicodélico. Também  há grupos feminista, de esquerda, da Zona Sul, da Zona Leste, contra a  internação compulsória.
  Cartaz estendido no chão divulga mensagem sobre a maconha  (Foto: Pamela Kometani/ G1)Cartaz estendido no chão divulga mensagem sobre legalização da maconha (Foto: Pamela Kometani/ G1)
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